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Estudo mostra que a inatividade física é mais mortal que a obesidade

Postado por em atividade física, Obesidade no dia janeiro 21, 2015


 

Novas evidências de que, é extremamente benéfico apenas um pouco de exercício, como 20 minutos de caminhada por dia – independentemente de pessoas estão com sobrepeso/obesidade ou não – surgiu a partir de um grande estudo europeu. O risco de morte prematura foi observado entre os indivíduos com peso normal e moderadamente inativos em comparação aos indivíduos que estavam completamente inativos, que teve como definição os que exerciam trabalho sedentário e sem relato de atividade física.

O estudo, que incluiu mais de 330 mil homens e mulheres – mostrou que o dobro de mortes prematuras podem ser atribuídos à falta de atividade física em comparação ao número de mortes atribuíveis à obesidade, dizem os pesquisadores. Os resultados foram publicados neste mês de janeiro no American Journal of Clinical Nutrition pelo Dr. Ulf Ekelund (University of Cambridge, Reino Unido) e o Dr. Heather A Ward (Imperial College London, Reino Unido).

Poucos minutos por dia

Isso significa que apenas uma pequena quantidade de atividade física por dia pode ter benefícios de saúde substanciais para as pessoas que são fisicamente inativas”, disse Dr. Ekelund em um comunicado. “Embora não tenhamos encontrado que apenas 20 minutos iria fazer a diferença, nós realmente deveríamos estar à procura de fazer mais do que isso – a atividade física traz muitos benefícios à saúde e deve ser uma parte importante da nossa vida diária”, acrescentou.

Outro autores ressaltam que encorajar o movimento é algo que os médicos podem fazer facilmente, especialmente à luz dessa pesquisa, que mostrou que os médicos no Reino Unido, raramente fornecem acesso a intervenções de controlo de peso. “Ajudar as pessoas a perder peso pode ser um desafio real, e ao mesmo tempo, devemos continuar a procurar reduzir os níveis de obesidade na população e as intervenções de saúde pública que incentivam as pessoas a fazer mudanças pequenas, mas exequíveis na atividade física pode trazer benefícios significativos para a saúde e pode ser mais fácil de alcançar e manter “, comentou o Dr. Nick Wareham (do Conselho de Pesquisa Médica da Universidade de Cambridge).

Relação entre atividade física, IMC e circunferência da cintura

Na pesquisa, os cientistas observam que a inatividade física tem sido consistentemente associada ao risco aumentado de mortalidade por qualquer causa independente da adiposidade geral, definidos pelo índice de massa corporal (IMC).

Investigação anterior, que analisou a associação entre atividade física, IMC e mortalidade sugere que a atividade protege contra a morte prematura, mas não elimina o risco aumentado associado ao IMC elevado. Esse estudos teve inúmeras limitações, pois os estudiosos observam, que embora possa parecer lógico que a atividade física exerce sua influência sobre a mortalidade indiretamente através da redução da adiposidade, este não é de forma clara.

Então os pesquisadores partiram para examinar a relação entre atividade física e mortalidade e analisar se o IMC e circunferência da cintura modifica essas associações em uma grande amostra de 334.161 homens e mulheres por um período de mais de 12 anos.

Como objetivo secundário, eles estimaram quantas mortes poderiam, teoricamente, ser evitadas se os indivíduos inativos ou obesos estivessem ativos ou não obesos, respectivamente, e calcularam os anos de ganho na expectativa de vida e de evitar a inatividade física, IMC elevado (> 30 kg / m2), e circunferência de cintura alta (> 88 cm para mulheres e> 102 cm nos homens), separadamente e combinados no corte da investigação.

Dra. Marcela Ferrão comenta que existem diversos estudos epidemiológicos que apontam a associação entre o aumento dos níveis de atividade física e a redução da mortalidade geral e por doenças cardiovasculares em indivíduos adultos e idosos. “Os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças e incapacidade funcional envolvem principalmente a redução da adiposidade corporal, a queda da pressão arterial, a melhora do perfil lipídico e da sensibilidade à insulina, o aumento do gasto energético, da massa e força muscular, da capacidade cardiorrespiratória, da flexibilidade e do equilíbrio”, conclui.

Fonte: Medscap Medical News, Janeiro de 2015

Link: http://www.medscape.com/viewarticle/838209


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