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A obesidade abdominal pode provocar graves problemas de saúde e isso tem implicações muito maiores do que a preocupação com a aparência. Em geral, se a cintura mede mais de 90 centímetros para mulheres e um metro para os homens, há grandes chances de haver uma quantidade perigosa de gordura abdominal. A pessoa não precisa ter sobrepeso ou ser obesa para correr esse risco se tiver excesso de gordura no abdômen. Quem tem peso normal também pode acumular quantidades perigosas de tecido adiposo sob a parede abdominal. Além disso, esse não é o tipo de gordura de que pode se livrar apenas tonificando os músculos, com malhação. O emagrecimento com uma dieta saudável e exercícios como caminhada e musculação são as únicas maneiras de acabar com o problema.
Um estudo com um milhão de mulheres, realizado no Reino Unido, demonstrou uma ligação direta ntre as doenças cardíacas e o aumento da circunferência da cintura ao longo de 20 anos. As chances de se desenvolver males do coração eram o dobro entre as mulheres com as cinturas mais largas: cada 2,5 centímetros a mais aumentava o risco em 10%. O perigo de câncer também aumenta com o acúmulo de gordura na cintura: as chances de desenvolver câncer colorretal quase dobraram entre as mulheres na pós-menopausa que acumularam adiposidade visceral. Outros problemas médicos incluem a resistência à insulina e o risco da diabetes tipo 2, além do comprometimento da função pulmonar. Até mesmo o risco de asma aumenta com o excesso de peso.
Para se livrar da gordura abdominal é preciso esforço para obter resultados, o que significa limitar o consumo de alguns alimentos, controlar a ingestão calórica e fazer exercícios regularmente. Evite refrigerantes, sucos adoçados, carboidratos refinados como pão e arroz branco. Para evitar exageros que podem terminar em carência alimentar, certifique-se de que sua dieta contém quantidades adequadas de proteína e fibras, incluindo vegetais, feijões, ervilhas e grãos integrais.
Fonte: Zero Hora