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Um estudo realizado pelo Centro de Pesquisa de Câncer do Reino Unido concluiu que a obesidade está diretamente ligada à doença em mulheres adultas. Os pesquisadores apontam que estar acima do peso faz com que o risco de desenvolver alguns tipos específicos de câncer fique 40% maior, entre eles o câncer de mama.

Uma das razões para que o excesso de gordura e hábitos incorretos tenham o câncer como consequência é a produção hormonal pelas células de gordura, especialmente o estrogênio, considerado um componente que alimenta as células cancerígenas. Isso pode explicar por que 12% das mulheres que têm câncer de mama pós-menopausa são obesas.

A Sociedade Brasileira de Mastologia destaca que 25% dos casos de câncer de mama são diagnosticados em pessoas obesas ou sedentárias. Esse dado alarmante, não é por acaso e, sim, consequência das alterações metabólicas que a gordura provoca no corpo humano. A alimentação rica em gorduras saturadas e pobre em frutas, legumes e verduras aumenta o risco de cânceres de mama, cólon, próstata e esôfago”, alerta ela.

É importante que as mulheres observem os alimentos que possuem quaisquer substâncias químicas, aditivos alimentares, como corantes, conservantes, edulcorantes e realçadores de sabor, pois funcionam como gatilhos para o aparecimento de doenças crônicas, incluindo o câncer.

Alguns alimentos possuem componentes capazes de prevenir ou reduzir o risco de cânceres dos mais diversos tipos. Os compostos bioativos são os antioxidantes como os fitosteróis, os ácidos graxos, fibras solúveis e insolúveis e os  minerais, que são encontrados em inúmeros alimentos. Os vegetais são importantes porque grande parte deles possui substâncias, chamadas de fotoquímicos quimiopreventivos, que atuam contra o desenvolvimento de alguns tipos de câncer, entre eles o de mama.

A prática de exercícios físicos aeróbicos está associada a uma redução do risco de recidiva de 40 a 50%, por isso, a prática regular de exercício físico é recomendado. O ideal é que cada pessoa faça de 3 a 5 horas de atividade por semana com intensidade moderada. Essa prática é capaz de reduzir a quantidade de tecido adiposo e modificar o equilíbrio hormonal; reduzindo o excesso de estrógenos.

Fonte: Sociedade Brasileira de Mastologia