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Você sabe como está a sua composição corporal?

Postado por em Peso no dia julho 30, 2014


Não basta controlar o peso ou o índice de massa corporal (IMC) é preciso conhecer e controlar a composição corporal. O exame de Bioimpedância foi considerado pelo Consenso Latino Americano de Obesidade como um método apurado para avaliação da composição corporal. A partir dessa avaliação, é possível fazer o correto diagnóstico de peso corporal, avaliando se a pessoa está inchada ou se é excesso de peso realmente. Com base nesse exame, o cardápio é melhor elaborado e as metas são melhores atingidas.
O equipamento, uma espécie de balança, avalia o percentual de gordura, percentual de massa magra e hidratação, permitindo calcular a faixa ideal de peso para o indivíduo de acordo com o sexo e idade. Segundo Dra. Marcela Ferrão, é um exame relativamente simples, em que uma corrente elétrica passa pelo corpo através dos eletrodos nas hastes seguradas pelas mãos e na base de apoio dos pés. O exame é totalmente indolor e muito útil para informar não apenas o peso, mas a massa magra, o percentual de gordura, peso hídrico e ósseo.
Marcela lembra que, embora, muitas pessoas estejam dentro do peso adequado podem apresentar excesso de gordura no corpo. “Nem tudo que se vê  é realmente o que parece ser”. Cita-se o caso dos “falsos magros”, onde o peso está relativamente adequado para a estatura (índice de massa corporal normal), no entanto, a composição corporal é de massa adiposa predominantemente. “Esse perfil de paciente tem os mesmos riscos decorrentes da obesidade que aquele paciente com biotipo sobrepeso/obeso, conforme a classificação que se enquadrar”. Assim, o exame de bioimpedância auxilia na determinação de uma reeducação alimentar para alcançar a boa forma corporal de maneira saudável, de forma específica conforme o gasto energético diário de cada indivíduo. Além de permitir um acompanhamento adequado do tratamento proposto.
InBody 370
A especialista dispõe no seu consultório do InBody 370, que é considerado referência na literatura médica no que diz respeito a instrumentos que cuidem da saúde e do bem estar do paciente. O exame é computadorizado e aprovado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Importante salientar a diferença deste aparelho para os com eletrodos aderidos à pele, é que a sua corrente elétrica passa por todo o corpo e não apenas por um segmento, o que permite uma avaliação mais precisa. Diferentemente dos modelos anteriores a este, esse sistema não fornece apenas o valor da massa magra em sua totalidade, consegue descrever especificamente essa massa em massa muscular e peso de líquidos. Por meio desse exame, é possível saber, com alta precisão: peso, massa de músculo esquelético, massa de gordura corporal, água corporal total, proteína corporal, minerais, massa livre de gordura, IMC- Percentual de gordura corporal, relação cintura-quadril, taxa de metabolismo basal, controle de gordura, controle de músculos, análise segmentada de massa magra (quatro membros e tronco) e Impedância de cada segmento.

Indicações
O exame é indicado tanto para pessoas que apresentam sobrepeso, obesidade e complicações associadas a esse perfil quanto para aqueles que simplesmente desejam emagrecer e ganhar massa muscular com saúde, melhorar a performance ou iniciar os exercícios físicos, além de crianças, idosos e outros pacientes com doenças crônicas.
A principal diferença desse exame para os demais tipos de avaliação física (desde a médica, com exames laboratoriais, àquelas avaliações em academias esportivas) consiste que a partir dele pode-se fazer um plano real de emagrecimento, reeducação alimentar ou início de prática esportiva. Isso porque há pessoas que pensam estar com retenção hídrica, quando, na verdade, estão com sobrepeso, ou vice-versa. Diferente de uma balança convencional onde se vê apenas um número mascarado (que, na verdade, é simplesmente a soma do peso dos ossos, da água, da pele, dos músculos e da gordura que temos no organismo), a bioimpedância quantifica a perda ou ganho de massa muscular ou gordura. “Não basta reduzir número na balança, é preciso alcançar uma boa composição corporal”. Para isso, é fundamental um plano alimentar adequado e ajustado para a rotina do paciente, ou seja, sustentável, associado à prática de atividade física (salientando a musculação) e suplementação alimentar apropriada. Pois dietas restritivas e de resultado rápido levam à perda de água e músculo fundamentalmente, o que acaba fadando à obesidade, uma vez que a massa muscular (massa magra) é a maior consumidora de energia no nosso organismo. Mas isso é um capítulo a parte que discutiremos em breve.


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